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Pesquisa comprova eficácia no uso regular da Toxina Butolínica

O Globo
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19 Jan 2024
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Pesquisa comprova eficácia no uso regular da Toxina Butolínica

Trabalhos acompanharam irmãs e mostraram que aquela que aplicava a toxina botulínica anualmente desenvolveu menos rugas de expressão a longo prazo.

A toxina botulínica, popularmente conhecida pelo nome comercial Botox, é amplamente utilizada pelo mundo como tratamento para prevenir e suavizar as rugas de expressão. A substância age paralisando a ação entre o nervo motor e o músculo no local em que é aplicada, fazendo com que a musculatura deixe de contrair e, consequentemente, pare de criar os vincos na pele.

De acordo com o último relatório da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS, da sigla em inglês) a aplicação é o procedimento estético não cirúrgico mais realizado no planeta, responsável por 43,2% do total. Um dos fatores que leva ao alto número de sessões é que o efeito é temporário, desaparece em cerca de três a seis meses.

Por isso, muitas pessoas realizam aplicações periódicas de Botox a longo prazo, para manter a prevenção ativa da formação de rugas. Mas o quão eficiente é essa estratégia? É o que pesquisadores buscaram decifrar da forma mais fiel possível: comparando duas irmãs gêmeas, em que uma fez o tratamento regularmente, e a outra não. A primeira análise veio em 2006, quando o dermatologista da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos, William Binder, publicou um estudo no periódico Archives of Facial Plastic Surgery em que detalhou os efeitos da neurotoxina nos primeiros 13 anos, quando as irmãs tinham 38 anos.

Desde que começou o tratamento, aos 25, a primeira irmã recebeu a aplicação na testa e na região glabelar (área da face entre as sobrancelhas, logo acima do nariz) de 2 a 3 vezes por ano. Ela também começou a realizar o procedimento nos pés de galinha, porém somente duas vezes nos últimos dois anos antes do acompanhamento de 13.

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